Alzira sobre as bordas de um precipício.



   Por volta e meia, dizem por ai, que a falta de amor de alguém cura o nosso amor não correspondido quando menos esperamos. Eu não entendo como isso acontece, mas me conforta de alguma forma; cada coração com sua ilusão de um novo alivio: Tell me that you feel better when I say it scares me too ...
  Nunca me considerei tão feliz quanto agora, feliz porque sinto-me viva, não pelas razões de outrem.  Às vezes mergulho em suicídio, só por considerar quimera o que me traz felicidade! Mas o que demais tem isso?
  Já disse que acho bonito quando alguém oferece sorrisos pra outra pessoa? E há uma resposta em silencio que sai da boca em forma de carinho e atraem raios de luz, raios de consolação. Em minha opinião isso sempre será amor, por apenas oposição àquilo que não foi produzido pelo homem.
  Confesso que não sei que sentimento corre minhas veias, mas recordo-me de que entrou alguma coisa em meu coração quando o vi e que sei amar com as palavras e os olhos; Se alguém me escrevesse isso me bastaria, viveria em eterno regozijo. Penso que talvez eu tenha feito algo de errado, por que... Quando estendi os braços ele desapareceu.
  Acho que por fim conservo-me uniforme, sempre gostando de tudo e sempre deixando a minha forma de amar, como um cego na constante procura de um azul, no lugar mais amável e seguro do mundo; Com a pessoa que amo e tão somente com ele que às vezes eu até o confundo comigo.


Nota: Cá esta. Coisa de momento, só pra dar as caras aqui e limpar o véu de poeira.

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